O que eu achei útil quando eu tinha bom acesso aos jhanas foi me permitir “cozinhar” neles e então, com suavidade, perceber se ainda existe alguma resistência residual, tensão, má vontade, evitação, etc. Isso é uma forma bem leve de vipassana, combinada com realmente permitir que concentração/centralização/jhana aconteça. O viés fica mais para o lado do jhana. Esse tipo de abordagem não fica preso ao significado ou ao drama dos proto-pensamentos e proto-emoções residuais que ainda “flutuam” enquanto se está em jhana; em vez disso, ela só percebe a “tonalidade” de como alguma parte da mente ainda tem uma orientação mesmo no meio de jhanas bem “duros”. Ainda há algo percebendo, acompanhando ou monitorando o que está acontecendo. Isso é um experienciador alegre e participativo? Ou o experienciador sente algum tipo de insatisfação/má vontade em relação ao que está acontecendo? O que eu estou descrevendo são jhanas relativamente fortes e uma sensação relativamente fraca de ser um experienci...